sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cuckooland

O bando plebeu andava sumido por aqui ... Andamos por CUCKOOLAND, uma outra dimensão apresentada a nós pela princesa plebéia! em breve narraremos por aqui nossas aventuras atemporais em terra brasilis, nossas batalhas no mundo dos patrícios ingleses, passeios por outras terras e visitas de pessoas queridas, e ainda o novo castelo plebeu!
Cuckooland ... quando vc está viajando, dizendo nada com nada, ou não prestando a devida atenção requerida pela pequena plebéia rita, logo vem ela fazendo um bundalelê pra você cantanto "cuckooland, cuckooland"!

Curiosidade: da wikipedia, "Cloud Cuckoo Land" refere-se a um estado exageradamente idealista onde tudo é perfeito ( "Você está vivendo em Cloud-Cuckooland."). Ele sugere que a pessoa referida é ingênua ou um otimista. Faz referência à peça, The Birds, de Aristófanes de Atenas, em que Pisthetairos (que poderia ser traduzido como "Senhor Confiança") e Euelpides (que poderia ser traduzido como "Senhor Esperançoso"), com a ajuda de Tereus, cansados da Terra e do Olympus, decidem erguer uma cidade perfeita entre as nuvens ... que seria conhecida como Cloud Cuckoo-Land (Νεφελοκοκκυγία ou Nephelokokkygia).

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ei-bi-ci, beabá e a linguagem do alunte

La em pindorama, terra brasilis e Aby Ayala, tem um reino onde o presidente é um sapo com barba que fazia espadas e máquinas de movimento. Tem um outro onde os gorilas acordaram o rei de pijamas e querem andar no tempo pra época dos germânicos verdes. Tem um outro que o índio que criava a folha mágica usa um monte de imagem pra lembrar às pessoas que elas existem.
Lá, a gente ouve a paisagem, sente o cheiro da música e vê o odor das plantas. Aqui, com lápis e papel, eles aprendem uma lingua que diz muito pouco para os cheiros. Uma fala que diz pouco para os olhos e que não sabe dizer com o corpo.
A princesa plebéia, malandra como é, sabe os dois. A língua simples dos patrícios e a linguagem confusa dos plebeus. E assim, vai ficando esperta em como sentir e em como explicar, sem perder nenhum dos dois talentos.

(primeira lição de casa - aprendendo a desenhar letras!)

... mas só na língua dos plebeus se entende a linguagem do alunte! ...

Be-o-bó-le-a-la, bola
Te-é-té-le-a-la, tela
A-te-é-té-le-a-la, a te lá
Te-Lê-a-la-le-e-lê-li, lua
Re-a-rá-rê-e-ré-rê-e-ri, rua

Aí já é alunte
Semelhante dela ouvir
Porque não temos tempo
Pra esses papos pensados

Estamos na linguagem do alunte
Palavra nova que dispensa explicação
Pra lá, muito pra lá de alucinação
Ter que dizer nada

(os novos baianos) ;-)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

reflexões ritinianas



(...) um dia eu pensei quando vi lilo e stitch, porque a lilo falou: "o nível de bondade do stich está abaixo de zero"




... se nevar no próximo inverno no mundo dos patrícios talvez o bando plebeu possa compreender que existe algo abaixo de zero!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

antes e depois



(..........)
Era uma vez dois plebeus cabeludos que escondiam em suas madeichas incríveis poderes mágicos ... além de outras coisinhas perdidas como escova de cabelo, tiara, doces, uma família de raposas e outra de esquilos!








... Mas um dia caíram nas garras de uma mãe maluca ...



... por sorte do destino (ou devido à associação de valorização da vida animal!), a matriarca não desejava roubar seus incríveis poderes mágicos, apenas salvar as vidas das raposinhas e dos esquilinhos!
E assim o pai-aço e a princesa plebéia viveram felizes para sempre ... ou melhor, talvez até a próxima temporada de corte de cabelo!

o bolo azul com morangos / blue cake with strawberries

Mais um relato atemporal para os amigo/as querido/as do bando plebeu ... tem momentos vividos no reino patrício que não podem ficar de fora das nossas histórias de aventuras.
E esta estória começa assim ... Era uma vez uma pequena plebéia que sonhava, entre vários outros sonhos, ter uma festa surpresa de seu aniversário de 5 anos. Ela saberia que a festa aconteceria, mas não saberia onde nem quando ... e quando chegasse à festa lá estariam várias pessoas queridas que diriam "surpresa"!!! E existiria um bolo gigante, com várias camadas ... e que seria azul e coberto de morangos!!
Assim, eis que juntamente com a chegada daqueles queridos visitantes, dançarinos ciganos vindos de terra brasilis, os pais da princesa plebéia resolveram fazer a tal surpresa com um mês de atraso, em 15 de agosto. E só conseguiram enfrentar este desafio porque tiveram aliados muito especiais, a Dani e o Jamie, que cederam seu castelo plebeu para a realização do grande evento! E assim vieram, de vários cantos do reino patrício, brasileiros, poloneses, canadenses, ingleses, australianos, japoneses, gregos, espanhóis, italianos ... londres é mesmo uma esquina do mundo onde a diversidade transita ...

E a pequena plebéia adorou a festa ... mãe maluca e dani prepararam uma versão do bolo azul que ficou mais ou menos como rita desejava!!!



...... veja algumas imagens da festa neste álbum ... clique na apresentação de slides que fica bacana de ver (fotos by Renata, by Kordian e Marta)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

nina, a dinda

depois da visita especial de grandma maró e cavalo juvenal, oops, grandpa pedro, o bando plebeu passou os tempos cancerianos com a presença querida do uncle jão ... e quando já pensavam ter que enfrentar sozinhos os perigos vividos no reino patrício, eis que chegaram por estes lados nina, a dinda, e seu fiel escudeiro alberto, dançarinos ciganos de terra brasilis que depois de uma longa jornada pela espanha, passando pela frança, vieram parar no castelo plebeu!
... e assim o bando plebeu preparou os viajantes aliados com as estratégias plebéias de pré-combate ... para enfrentar os perigos e as aventuras do mundo patrício!

1. observando o parlamento do reino patrício ... contando as horas no big ben ... disfarçados de turistas curtindo uma paisagem na london eye!



2. comer um big burguer em um british pub tradicional tomando uma larger ou uma guinness ... orange juice para pequenas pebléias



3. princesa plebéia ensinando a alberto técnicas tradicionais, antigas e secretas de luta plebéia

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

o menino no espelho

Era uma vez um menino cor de âmbar. Toda família dele era âmbar. Ele nasceu com um poder de enfeitiçar pela voz e pelo jeito de se mexer, um poder que muitos cor de âmbar têm. Na família dele, ele era o mais novo.
Eles viveram muito tempo atrás, quando o mundo ainda era quadrado e nossas avós todas dançavam balé. Na época, as pessoas âmbar não apareciam na televisão (um aparelho antigo, da época do mundo quadrado). Mas esse menino, quando apareceu, fez as pessoas acharem mais comum e mais coloridas as pessoas cor de âmbar.
As crianças gostam de dançar. E ele também gostava. Gostava tanto que dançava até brincando de estátua. Sonhava que dançava na lua, nos rios e no planeta mais longe da galáxia. Ele dançou e cantou tanto que esqueceu de ser criança.
Mas o mundo dele não era seus sonhos. Sua família, os amigos e os donos das coisas achavam que o menino não podia fazer mais nada além de dançar e cantar. Cada vez que ele dançava uma pedra de ouro aparecia no chão e, pois o ouro é o chão dos donos das coisas, eles não deixavam o menino âmbar viver sem dançar.
As pessoas achavam bonitinho e engraçado aquele menino tão novo e tão âmbar, assim, se apresentando pra eles e fazendo aparecer pedras de ouro.
O menino cresceu junto com nossos pais e tios, e todo mundo viu ele crescendo. Viram quando ele dançou nos aniversários, nas recepções aos reis e lordes, viram ele dançar até nas glebas do sul, onde o céu é mais baixo e o mar é mais longe.
De tanto fazer pedra de ouro, o menino foi perdendo a cor âmbar e foi ficando cinza. Seu rosto ficou mais magro e seu cabelo menos bonito. Mas ele ainda fazia pedras de ouro.
As mães deram o nome de seus filhos em sua homenagem, as músicas mudaram de cheiro por causa da sua voz e as danças ficaram mais ricas por causa dos seus movimentos. Hoje, ninguém sabe pra onde ele foi, mas os donos das coisas ainda se arrastam procurando suas pedras de ouro.
Pobres donos das coisas, eles não sabem que o mais bonito está nas nossas cabeças e que isso ninguém consegue por no bolso. Ao invés do ouro, hoje, as crianças voltaram a gostar da sua dança e da sua voz.


Film by Marta Godziek (Zuzia's mum!)
Starring: Rita and Zuzia
Soundtrack: Michael Jackson, "man in the mirror"